sexta-feira, 19 de março de 2010
ROSSANO NA RÁDIO BOA NOVA
No link abaixo vocês poderão ouvir as entrevistas que concedi à Rádio Boa Nova de São Paulo.
http://www.radioboanova.com.br/offline.php?prog=187#
Grande abraço,
Rossano.
quinta-feira, 18 de março de 2010
GLOBO REPÓRTER SOBRE CHICO XAVIER
Acontecerá sexta-feira, dia 26, em alto estilo. O Brasil inteiro estará vendo que Espiritismo não tem nada a ver com macumba, ao contrário do que acontecia em épocas passadas, quando a imprensa se dispunha a falar sobre coisas da Espiritualidade.
Texto de Alamar Régis nterior.
MAIS UMA NOVELA COM TEMÁTICA ESPÍRITA
A nova novela da Globo
Escrito nas Estrelas
Mais uma vez a Rede Globo está levando ao ar uma novela que não vem apenas com algumas abordagens identificadas como manifestação de espíritos, mas, simplesmente novela espírita mesmo, com proposta espírita e sem receio de dizer isto na sua divulgação.
Vários e-mails estão circulando, enviados pelos amigos espíritas, falando que o nome da novela é "Além da Vida", mas não é. A idéia do nome inicial era este, sim, mas depois mudou para "Entre dois amores" e semana passada, a Globo mudou, de novo, o nome para "Escrito nas Estrelas", que ficou o nome definitivo, cuja chamada já começou nesta segunda-feira.
Pois é. A Globo está fazendo a parte dela, o cinema está fazendo a parte dele e nós, espíritas, estamos fazendo o quê? As mesmas coisas, que sempre fizemos nos centros espíritas?
O que fez ou está fazendo o centro espírita que você frequenta, em termos de projeto para divulgação da doutrina, neste ano extraordinário, para o Espiritismo?
Será que não seria melhor estarmos de mãos dadas com a Globo, em vez desse monte de e-mails bobos, apenas criticando o Big Brother?
ESTRÉIA DIA 12 DE ABRIL
Texto de Alamar Régis
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
PRÓXIMAS PALESTRAS
07/03 (19h) - Sociedade Espírita Paz, Amor e Caridade - Espera Feliz.
13/03 (9h15) - "Desenvolvimento da Autoconfiança e da Autoestima" - Encontro de Jovens do Rotary - Espera Feliz.
28/03 (19h) - Centro Espírita João Evangelista - Dores do Rio Preto.
sábado, 13 de fevereiro de 2010
UM MÉDIUM PODE SALVAR O CINEMA NACIONAL
Com “Lula, o filho do Brasil” patinando num número de espectadores aquém do previsto, as esperanças do cinema nacional se voltam para o dia 2 de abril, Sexta-feira da Paixão, data em que se celebra o centenário de nascimento de Chico Xavier, mais famoso médium do Brasil, autor de 402 livros que venderam mais de 20 milhões de exemplares.
É que nesse dia estreia em 270 salas de todo o país “Chico Xavier, o filme”, de Daniel Filho. No papel de Chico, três atores se revezam: Nelson Xavier, Ângelo Antônio e o menino Matheus Costa. Uma dezena de globais — entre os quais Tony Ramos, Letícia Sabatella e Giovanna Antonelli — está também no elenco.
O filme deve ter uma plateia cativa de 2,3 milhões de brasileiros que, segundo o IBGE, declararam-se espíritas. “Mas os processos de dupla filiação religiosa são comuns no Brasil, e nem sempre os censos conseguem captar tal realidade”, diz o professor Faustino Teixeira, da Universidade Federal de Juiz de Fora. “O brasileiro é povoado por espíritos, almas e orixás.” Pesquisas mostram que um em cada dois católicos acreditam na reencarnação.
Ano passado, uma produção cearense mais modesta, “Bezerra de Menezes: o diário de um espírito”, de Glauber Filho (nenhum parentesco com o grande diretor baiano) e Joe Pimentel, atraiu, só com 45 cópias, 503 mil espectadores.
Ainda nas comemorações do centenário de Chico Xavier, estão previstos mais quatro filmes: “As mães de Chico”, da mesma equipe que fez “Bezerra de Menezes”; “Nosso lar”, de Wagner Assis; “E a vida continua”, de Paulo Figueiredo; e o documentário “As cartas”, de Cristiana Grumbach.
Aliás, para mostrar que o brasileiro costuma ter apreço por mais de uma religião, Faustino Teixeira sempre cita uma passagem do livro “Grande sertão: veredas”, de Guimarães Rosa: “Muita religião, seu moço! Eu cá não perco ocasião de religião. Aproveito de todas. Bebo água de todo rio... Uma só para mim é pouca, talvez não me chegue (...) Tudo me quieta, me suspende. Qualquer sombrinha me refresca.”
Mas aí é outra história.
Ancelmo Gois
Matéria publicada no jornal O Globo em 24/01/10